Os conhecimentos seculares dos povos que habitavam o Brasil antes da chegada dos europeus ainda são pouco discutidos pela população como um todo. O Shen – Estudos de Medicina Chinesa está com vagas abertas para a disciplina de Fitoterapia Indígena, que faz parte do Curso Completo de Pós-Graduação ou Formação em Fitoterapia e Alimentação em Medicina Chinesa e pode ser também cursada como módulo isolado.

VEJA TAMBÉM: Matrículas abertas para curso de acupuntura no Espinheiro

O uso das plantas como remédio é estimulado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) não só pelo sua eficácia comprovada no tratamento de diversas enfermidades, mas também por promover a saúde de forma simples, eficiente e de baixo custo.

O curso terá como professor Xicê de Sá Fulni-ô, que é detentor de saberes tradicionais Fulni-ô, tem formação em Manipulação de Plantas Medicinais pela FUNAI/SEMATEC e atua como Agente Indígena de Saúde.

(Foto: Divulgação/Shen – Estudos de Medicina Chinesa)

Nas temáticas do programa, estão o uso de pomada de canfora e mentol, sabonete de aroeira, lambedor broncodilatador e para tosse, extração de óleo de coco, rapé tradicional Fulni-ô, banhos, chás e defumações com ervas, o sagrado e o terapêutico da Jurema e do Tabaco.

O curso de Fitoterapia Indígena é aberto a todos os interessados. Não há pré-requisitos. A profissão de Fitoterapeuta é de livre exercício e está previstas no CBO 3221-25 (Classificação Brasileira de Ocupações) do Ministério do Trabalho, dentro da ocupação de Terapeuta Holístico.