É algo que não se espera. Mesmo quando há indícios para suspeitas, nosso mecanismo de defesa entra em ação e nega o que está se passando. Até que a realidade arrebata: meu filho usa droga e é dependente. E agora?

Agora é olhar a situação de frente, deixar de lado acusações a terceiros e culpas internas por ora e partir para a ação de fato. Então, pra onde vou? Internet é o caminho natural de muitas pessoas que desconhecem esse mundo – até por nunca haver entrado nele – e que agora precisam desbravar rapidamente.

As informações são muitas, desencontradas, contraditórias e se somarmos o estado mental de urgência, sofrimento e dúvidas de quem as buscam, parece tarefa quase impossível. Então, o que fazer?

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O primeiro passo é buscar um profissional da área Saúde Mental, um psicólogo ou um médico psiquiatra. Indicações de bons profissionais são muito bem-vindas nessa hora. Da mesma forma que quando estamos doentes fisicamente buscamos um especialista naquela questão em específico, procuramos um profissional de Saúde Mental se o caso for de ordem emocional e/ou psíquica. Grupos de NA (Narcóticos Anônimos) também podem ser acionados diretamente.

O profissional escolhido vai analisar o caso. Sendo um psicólogo, pode ser que recomende um psiquiatra para também acompanhar a pessoa e o contrário, da mesma forma, é natural acontecer, o psiquiatra recomendando o acompanhamento psicológico. Pode ser também que o paciente em si não queira ou nem ao menos tenha condições de conseguir chegar a esses profissionais, é a situação mais provável de acontecer.

Nessa situação, o familiar ou a pessoa que convive com ela (mesmo não sendo familiar) procura essa ajuda profissional, indo ela mesma à consulta. É quando é delineada uma estratégia de cuidados específica para aquela situação.

Uma das indicações é a internação, especialmente se a pessoa representa um risco a outros ou a ela mesma e foram esgotadas as demais possibilidades terapêuticas. Existem variados tipos de serviços de internação: Clínicas Hospitalares, Caps (Centros de Atenção Psicossocial) e comunidades terapêuticas.

Qual escolher? Como elas funcionam? Essas respostas ficam para o próximo post, ainda nesta quinta-feira (01/11), aqui neste mesmo espaço. Mas quem quiser tirar essas e outras dúvidas por fone, é só entrar em contato pelo (081) 97316-3700 ou (081) 4101-3201. Um consultor da Clínica Hospitalar Novo Nascer está à disposição 24 horas por dia, todos os dias.

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