As saídas terapêuticas fortalecem os vínculos familiares e resgatam a reinserção social e familiar. Como o objetivo da internação é levar o bem-estar ao paciente, desenvolvendo o máximo de independência possível para que possa retornar às suas atividades, as saídas da clínica onde está internado são importantes instrumentos terapêuticos para que o período de transição de volta para a casa aconteça de forma mais natural e segura.

A partir do 5º mês de internação e de acordo com o Plano Terapêutico Individual do Hóspede, essas saídas começam a ocorrer. Sempre, é claro, com uma preparação do estado emocional e clínico do paciente e com a anuência dos familiares envolvidos nesse processo de internação.

O tempo da saída e a frequência podem ser ampliados ou diminuídos mediante avaliação médica e psicológica. Além dessas saídas programadas pelo Plano Individual, há também aquelas motivadas por cunho inesperado como, por exemplo, no caso de falecimento ou ainda de nascimento de familiar (até 2º grau).

Existem também as chamadas saídas burocráticas. São saídas programadas com a finalidade de resolver questões de cunho administrativo, financeiro, profissional ou de saúde, como ir a um dentista, por exemplo.

Assim, fica claro perceber que mesmo quando a pessoa está internada para se cuidar, ela pode continuar tratamentos ou resolver aquelas pendências que não podem esperar. As possibilidades de eventuais prejuízos causados pela ausência da pessoa em seu circuito cotidiano são, assim, diminuídas e a vida continua seu curso naturalmente.

Esta coluna é assinada pela Clínica Hospitalar Novo Nascer, que funciona em Aldeia e oferece tratamentos em Dependência Química, Alcoolismo e Transtornos Emocionais, como depressão e bipolaridade.

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