Roadies, músicos, fotógrafos, produtores, técnicos de sonorização e todos os profissionais da cadeia produtiva da música, que trabalharam nos dias de Carnaval, encontram-se hoje (14), a partir das 16h, por trás da Igreja de São Pedro, em Olinda, no Bloco do Case.

Fundado em 2004, os camisas pretas, em alusão ao vestuário de quem trabalha na produção de eventos, entoam em uníssono o hino: “Segura o case pra não ficar parado. Ele é levinho, ele é pesado”.

Igor Marques, social media do Festival Rec-Beat, este ano vai acompanhar a troça carnavalesca pela primeira vez. “Eu trabalhei o Carnaval inteiro. O bloco é massa para quem não pode brincar durante o período oficial, mas quer ficar doidão e dizer que pulou o Carnaval”, explica.

Backstage

O estandarte do bloco também é uma camisa preta. Uma caixa de papelão montada no formato de um case, que é faz alusão a um tipo de caixa específica para transporte de equipamentos de música, é passado durante a festa com a finalidade de pagar a Orquestra Backstage. No final, ela é destruída, simbolizando o fim derradeiro dos trabalhos de carnaval.

Alberto Ramsés, técnico de som, fez a sonorização da banda Fim de feira, Fafá de Belém, Diomedes Chinaski e Luiz Lins, e já postou nas redes sociais a intenção de ir para o bloco. “Quero ir, mas tenho uma última gig que termina às 16h, em Goiana. Vou ver se dá tempo e corro pra lá”, afirmou.