Designer de acessórios e empresária, Juliana da Fonte largou a Psicologia para se dedicar aos acessórios que produz na sobreloja do espaço que leva seu nome, numa galeria que fica entre Rua Amélia e Av. Rui Barbosa. 

Foi há quase 20 anos que tudo começou. "Eu era estudante de Psicologia, mas sempre gostei muito de trabalho manual. Fazia muita caixinha, coisinhas pra mim. Aí um dia, minha tia pediu para eu fazer um colar. Uma amiga viu e quis um também", relembra.

A tia e a amiga, sem saber, deram o empurrão que faltava para Juliana largar tudo e se dedicar a criar acessórios cheios de bossa.

A história continua: a amiga foi com o colar pro trabalho e acabou fazendo o maior sucesso. Logo, voltou à Juliana com uma missão: ela faria os colares, a amiga venderia. Juliana combinou que a cada peça vendida, a moça receberia uma comissão. Feito!   

Juliana, então, começou a fazer bijuterias na mesa de jantar na casa onde morava. Acabou precisando contratar alguém para ajudá-la. Para mudar a produção para um ateliê, foi um pulo. Há uns quatro anos, está com a loja nas Graças, a primeira. "Quero abrir uma em Boa Viagem", conta. 

(foto: Juliana da Fonte/Facebook)

As peças de Juliana  são cheias de estilo. Sua inspiração está em desfiles, revistas, viagens. "Viajar, por exemplo, abre muito a minha cabeça. Você olha uma cadeira e imagina que aquele desenho, aquela trama, dá pra fazer uma pulseira. Aí vê uma alça de bolsa, dá para fazer um colar.  As ideias aparecem dessa forma, inspiração no dia a dia mesmo, sabe?", analisa.

De predarias a cadarço, de pérolas a penas, tudo vira biju nas mãos de Juliana, que conta hoje com mais três funcionários para montar as peças.

"Eu adoro tudo . Não tenho isso de cor, misturo tudo. Gosto muito de misturar uma peça mais artesanal com algo sofisticado. Gosto de cristal, de folheado. Tem peça com linha, cadarço, aí jogo  um brilho. Gosto dessa mistura do trabalho manual e o sofisticado", avisa.

Uma grande aliada nas vendas tem sido as redes sociais. "Se a gente colocar no Instagram uma foto boa, no outro dia lota a loja. Mil mensagens, telefone. Tudo por conta de uma foto no Instagram. Se o Instagram não estiver legal, as vendas caem muito. Porque aqui não é uma loja de shopping, não tem muita gente passando. Quem vem aqui vem para comprar, já conhece. Poucas pessoas passam aqui e vão embora sem comprar nada. Ela veio atrás de alguma peça que já viu", fala Juliana, que pretende abrir, em breve, uma loja virtual.

Instagram: @julianadafonteacessorios 

Av. Rui Barbosa, 896, loja 10 – Graças | (81) 3066-0297/99900-8767


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