Na penúltima história da misssérie sobre mobilidade a caminho das escolas particulares no bairro das Graças, o PorAqui mostra a história da família que mudou de endereço para ficar a poucos metros da escola da filha – e a quilômetros de distância do estresse. 

Mad, Noélia e Teresa

Desde dezembro, o casal de servidores públicos Airton Chaves e Noélia Lino estão experimentando as vantagens de morar perto da escola de Teresa, de 3 anos. A família, que se mudou do Espinheiro para as Graças com o intuito de oferecer uma melhor qualidade de vida à filha, aluna do Instituto Capibaribe, já se habituou à nova rotina.

Os três seguem uma tendência mundial: dispensar ao máximo o carro na hora de locomover-se para o trabalho e a escola. “Desde que a gente casou, queríamos evitar o máximo possível de trânsito. Morávamos perto do trabalho, enquanto Teresa ainda não estava na escola”, conta Airton.

“A gente queria que ela estudasse no Capibaribe, porque lá é como uma comunidade. São pessoas que se conhecem, são todos vizinhos. Agora, morando nas Graças, voltamos a quase não precisar de carro”, comemora. O casal, que trabalha na mesma repartição, na Rua Santo Elias, no Espinheiro, vai a pé para o trabalho, depois de deixar a filha no colégio.

“Queremos dar à nossa filha a oportunidade de ela não precisar conviver com esse desastre que é a mobilidade urbana”, explicam. “Na hora que fomos escolher se morávamos perto do trabalho ou da escola dela, pesamos os prós e contras a partir da perspectiva dela. Ela pode acordar um pouquinho mais tarde. Tetê vai passeando, são 400 metros de distância, vai pegando florzinha no caminho”, comemora o pai.

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