Cinco minutos. É o tempo que separa a casa de Marlon Freire de Melo, 52, de salvar uma vida. O professor de francês costuma doar sangue no Hemope regularmente. E o melhor: vai a pé. “Eu gosto que seja perto, porque vou andando e posso ir num horário que me convenha”, diz ele.

Ele se alegra em doar sangue e aconselha os vizinhos a fazerem o mesmo. “Seria legal juntarmos um grupo de moradores das Graças para irmos ao Hemope doar sangue e depois nos reunirmos para um café da manhã coletivo”, convida. Para quem não tempo disponível durante a semana, o Hemope também funciona aos sábados.

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Marlon faz coro com outra moradora do bairro, Cris Barros, 40, pedagoga e terapeuta holística, moradora da Rua do Futuro. Cris conta que chegou a fazer até contagem regressiva para poder voltar a doar sangue (a recomendação do Hemope é de um ano longe das agulhas depois do procedimento). 

Ela prefere ir a pé, como Marlon, mas às vezes o tempo é curto e acaba indo de carro mesmo. Cris também incentivou as duas filhas, Beatriz, 18, e Letícia, 20, a praticarem a solidariedade. 

“Poder ajudar dá uma sensação de amor fluindo”, conta. “O nosso sangue é um mar de energia e energia foi feita para fluir, ser doada. O universo tudo sabe. O receptor e doador são beneficiados igualmente, em uma energia amorosa que liga tudo e todos”, explica. 

O Hemope fica na Rua Joaquim Nabuco, 171
Fone: (81) 3182.4600
Atendimento: de 2ª a sábado, das 7h15 às 18h30, inclusive nos feriados


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