O PorAqui trouxe fotos do passado de 6 lugares diferentes para você relembrar histórias e locais do Jaboatão dos Guararapes de antigamente. Confira!

Edf. Giselle

Em junho de 1977, uma das tragédias envolvendo uma das construções mais conhecidas da cidade do Jaboatão dos Guararapes, 27 anos antes do desabamento do edf. Areia Branca, no bairro de Piedade, desabava o edf. Giselle. Sete andares vieram ao chão, causando 19 óbitos e soterrando completamente a agência do Banco Mercantil de Pernambuco, que funcionava no térreo.

Igrejinha de Piedade

Antes da série de incidentes com tubarões, dos tempos que antecedem a trágica história do padre Serafim de Oliveira que, segundo relatos, foi o primeiro óbito registrado em decorrência do encontro com o animal, em 1947, já era erguida, desde 1643, a Igrejinha de Piedade. 

Igreja de Piedade (1937)

Praia de Piedade

Até o século XVII, a praia de Piedade era chamada de Praia de Francisco Gomes. A origem, segundo o historiador Adriano Marcena, no livro “Jaboatão: Histórias e Lutas”, de 2013, é uma referência à capela Nossa Senhora da Piedade. Não se sabe ao certo a data de fundação da capela, mas, na lápide do próprio Francisco Gomes Salgueiro, é de 1683. A lenda conta que Francisco Gomes, num navio vindo de Portugal, sofreu um naufrágio. Numa promessa a Deus, prometeu que se ficasse vivo doaria parte suas terras ao Convento de Nossa Senhora do Carmo. Ao que sucedeu seu falecimento, deixou grande parte das terras que lhe pertenciam à ordem carmelita, proporcionando a construção da igreja, ou famosa igrejinha de Piedade, atualmente ao lado da McDonalds.

Praia de Piedade
Praia de Piedade (1949 e 2018)

Colônia dos Padres

Construída em cima de uma imensa de uma imensa rocha, a Colônia dos Padres Salesianos e a a Basílica de N.S Auxiliadora são um dos pontos turísticos mais conhecidos do centro do Jaboatão.

“A Basílica de N.S Auxiliadora é uma das únicas basílicas rurais do país. Construída no início do século XX, tudo começou com a inauguração da Escola São Sebastião, em Janeiro de 1900, em terras dos antigos lotes 82, 83, 90 e 91 da Antiga Colônia Suassuna. Em 22 de janeiro de 1905, foi lançada a 1° pedra fundamental do templo pelo bispo de Olinda D. Raimundo da Silva Brito e o Padre Lourenço Giordano. Porém, o edifício só veio a ser inaugurado com muita dificuldade em 1915, com a ajuda fundamental do Padre Antonio Vellar”, relata o pesquisador James Davidson em seu site Jaboatão Redescoberto.

llha do Amor (Praia do Paiva)

Conhecida intimamente pelos moradores da região como Ilha do Amor, o local não é especificamente um território jaboatonense. Após a construção da Ponte do Paiva e do pedágio há oito anos, que dá acesso terrestre à ilha, fez parte da rotina e hoje é memória afetiva dos jovens que, comumente, atravessavam à nado para aquela praia paradisíaca.

Pertencente ao município do Cabo de Santo Agostinho, atualmente, a Rota dos Coqueiros possui 6,5 km de extensão, e dá acesso à praias do litoral Sul, como Itapuama, Xaréu, Enseada dos Corais, Gaibú, Suape, Calhetas e Paraíso.

Ilha do Amor (praia do Paiva)

Praia de Barra de Jangada

No lugar onde os rios Jaboatão e Pirapama se encontravam, os portugueses encontraram muitas jangadas utilizadas pelos índios para a pesca. A região também era conhecida por ser uma zona portuária para escoar a produção de açúcar dos engenhos em direção ao Recife. Para aquela praia, entre a ilha do amor, conhecida atualmente como praia do Paiva, pertencente ao Cabo de Santo Agostinho, e Candeias, deram o nome de Barra de Jangada.

Tem fotos e lembra de histórias do Jaboatão de antigamente? Conta pra gente!