Morador do bairro de Jardim São Paulo, na Zona Oeste do Recife, o ativista cultural Quéops Negronski tem anos de serviços prestados à cultura pernambucana, em especial na música e no clineclubismo.

Mas, os tempos estão mesmo é para se virar nos 30. Foi o que ele fez: junto à companheira, Tati Régis, criou o Oié Sacolé, e vem levando sabores originais e deliciosos em forma de picolés embalados num saquinho: o famoso dudu!

Para a refrescância e o paladar, eis que o Oié Sacolé oferece sempre: Água de coco com pedaços de fruta (kiwi, morango e manga), Paçoca, Ovomaltine, Romeu e Julieta, Mousse de Limão, Banana caramelada. Outros sabores também figuram, vez ou outra: Doce de leite, Chocolate com pimenta e Chocolate com menta. O valor é apenas R$ 3.

Água de coco com pedaços de frutas – kiwi, morando e manga (Foto: Reprodução/Facebook)

Delivery

E tem delivery! “Se você estiver em casa de bobeira e quiser um sacolé, ou se quiser dez sacolés, eu levo na sua casa”, diz ele. “Se a pessoa está com sede, numa terra quente como Recife, não faz sentido ele sair de onde está e ir comprar o sacolé. Então, eu tenho que ir até ele”. Para encomendar o seu, é só entrar em contato no (081) 98536-5719.

Quéops entrega os sacolés em Jardim São Paulo no perímetro que compreende: da Avenida Recife até o viaduto da Rua Leandro Barreto (do lado ainda da Av São Paulo); e até a Estação Werneck (na divisa com Areias). Em breve, diz ele, passará a atender, também, a La Roque.

Começo e vendas

Tudo começou quando eles migraram da produção de tortas para a de sacolés, vendendo o produto na Várzea Co.labor.ativa. Mais recentemente, também passaram a marcar presença no Jardim Co.labor.ativo. Há cerca de 1 mês, Quéops passou a circular nas ruas de Jardim São Paulo. E também em outras feiras colaborativas da cidade. É só chamar.

“Eu saio com uma média de 30 sacolés por dia. Tem dias que vendo tudo. Tem dias que só a metade”, diz Quéops sobre as vendas. Com relação à produção dos sacolés, Qéops fica com “as alquimias” de sabores. Tati, com a parte administrativa.

(Foto: Reprodução/Instagram)

“A gente prefere passar mais tempo fazendo esse trabalho artesanal, de criar os sabores e embalar um a um, do que fazer algo mais industrial. Afinal, faz parte do charme do sacolé”, conta Quéops.

Vidrado no universo dos quadrinhos, Quéops adianta que, em breve, o personagem que figura na logo do Oié – baseado no Mucha Lucha – terá sua história contada em gibis.