Para quem procura atividades diferenciadas e novas por Olinda, as Danças Circulares são uma excelente opção para sair do cotidiano. Em Olinda, os encontros de Danças Circulares dos Povos acontecem todo primeiro e terceiro sábado do mês ao lado da Igreja do Carmo, no sítio histórico, das 16h30h às 19h. O evento é gratuito.

O movimento contemporâneo que foi chamado Danças Circulares dos Povos foi iniciado com o professor de danças, pintor e também bailarino alemão-polonês Bernhard Wosien (1908-1986) durante as décadas de 1950 e 1960.

O bailarino pesquisou as danças circulares presentes na cultura de diversos povos e as divulgou com o intuito de democratizar e expandir a dança por todo o mundo.

As danças circulares ou de roda, durante toda a história da humanidade, fizeram parte de rituais e festas de diversos povos e culturas distintas.

O movimento, por tanto, não é algo moderno, e sim um resgate de uma prática ancestral antiga. O foco da atividade não é a coreografia em si, mas o sentimento de união que a roda traz para os presentes, a partir do momento em que todos estão de mão dadas auxiliando quem está do seu lado e praticando a generosidade e cooperação entre si.

A dinâmica é guiada por um focalizador, alguém que geralmente estudou ou adquiriu o conhecimento da dança por meio de estudo em arte ou convivência em um grupo regular.

Ele ensina os passos para os que estão presentes na roda, todos treinam os passos durante alguns minutos e depois dança-se a música escolhida, fazendo com que os presentes comecem a internalizar os movimentos aos poucos e liberar a mente, o corpo e o espírito.

A atividade é indicada para pessoas de qualquer gênero ou idade, ajudando a cada um tomar consciência do seu corpo e acalmar seu emocional. A dança também trabalha a memória e a concentração.