Praia de Zé Pequeno, litoral de Olinda, fevereiro de 2018. Durante um eterno “chá de cadeira” regado à brisa do mar que terminei por levar de uma ex-futura entrevistada, aproveitei o ócio distraído para dar uma espreitada no tradicional surfe que rola por lá desde que me entendo por gente.

Pico tradicional do olindense raiz, a Praia de Zé Pequeno é também conhecida como ZéPeline, em alusão à praia de Banzai Pipeline, zona de surfe da Ilha de Oahu (Havaí) que é reconhecida mundialmente.

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Localizada em Bairro Novo, a Praia de Zé Pequeno é um dos poucos lugares da Região Metropolitana do Recife (RMR) que hoje é autorizada a prática do surfe. Por muitos anos era o único. Por conta disso é uma pequena extensão litorânea que costuma ser palco de competições e escolinhas da modalidade.

Claudio Batista quer dar visibilidade ao surfe olindense. Foto: Rodrigo Édipo/PorAqui

No mar contabilizo por volta de 40 surfistas se entrecortando em ondas. Há alguns metros, lá de cima do calçadão, observo um cara sozinho atento a todos as manobras com uma Canon Tli na mão e uma lente teleobjetiva 75-300. Chego junto. O nome dele é Claudio Batista e a chapação dele é fotografar o surfe olindense.

Morador da 1ª etapa de Rio Doce, Claudio é surfista há 15 anos e começou a emprestar o olhar para divulgar o esporte há três anos. “Para mim isso é um hobby e todo surfista curte uma foto”, explica. Apaixonado pelo esporte, normalmente o fotógrafo amador entra em ação quando vai surfar.

Foto: Rodrigo Édipo/PorAqui

“Já tirei fotos de Maraca, Gaibu, Enseada, Borete”, relembra Cláudio que costuma divulgar os seus cliques na página Aloha Onda, projeto pessoal que toca em parceria com o amigo Nando Ninja, responsável pela edição das imagens.

Além do surfe o cara também fotografa um pouco do cotidiano da orla. Dá uma sacada nos cliques. 😉