O PorAqui não vende seus dados. O PorAqui não vaza seus dados. O PorAqui protege seus dados para que ninguém seja capaz de invadir nossos servidores e sair, depois, por aí, manipulando sua identidade digital para uso de terceiros e outros, em campanhas para promover – ou detonar – seja lá o que ou quem for. O MODELO DE NEGÓCIOS do PorAqui não passa pela exploração dos dados dos nossos usuários e colaboradores.

PorAqui sempre entendeu que modelos de negócios que vendem a sua audiência e atenção como produto, para terceiros, estavam com os dias contados. E agora estamos vendo que estão: vai ser muito difícil manter redes sociais que deixam dados dos seus usuários serem usados – se não por consentimento, por desleixo e descaso – para influir nos resultados de, por exemplo, eleições pelo mundo afora. Operações que têm tal modelo de negócios e, por conseguinte, de uso dos dados de seus usuários, estão sobrevivendo na prorrogação, já.

Por isso é que o PorAqui tem um modelo de negócios bem simples, que vem dos primórdios do jornalismo: nós somos uma rede de histórias hiperlocais, contadas por locais, para locais e passantes. O PorAqui é como se fosse um herdeiro digital do velho jornal de bairro, mas conectado, em rede, móvel, usando novas plataformas digitais para prestar um serviço que, se não havia desaparecido, estava para sumir de vez.

Nós não moramos apenas em continentes, países, estados e nem mesmo em cidades… Nós moramos no nosso bairro. Somos locais, somos hiperlocais. O PorAqui nasceu para ser o sistema de informação da sua vizinhança. Para contar as histórias – e não apenas para dar notícias – do seu dia a dia, para e junto com você. Para ser um espaço-tempo onde você pode falar sobre o que, ao seu ver, realmente importa para sua vizinhança.

Do pet perdido ao novo prato no bar da esquina, passando pela nova aula de yoga e um novo food truck na praça. Ou da necessidade de um food truck na praça, que, por sinal, não está sendo cuidada, por quem é de dever, como deveria estar.

PorAqui: saiba como colaborar com a nossa rede

Grande rede de muitas pequenas redes

O PorAqui é o lugar onde pessoas, nos lugares onde passam boa parte do seu tempo, contam suas histórias, as histórias que são de interesse e relevância para seus grupos e comunidades, numa rede social de histórias do seu lugar. Sim, o PorAqui é uma rede social, em que a informação para as pessoas, e não a informação sobre as pessoas, é o foco. Isso porque, você lembra, nosso negócio não é baseado em informação sobre os nossos usuários, mas na informação para os nossos usuários.

Isso faz toda a diferença do mundo. Porque no PorAqui você segue o que está acontecendo num bairro, como as Graças, no Recife, e não uma ou outra – ou muitas – pessoas específicas. Na nossa linguagem, você assina uma estação. O PorAqui é uma rede de ESTAÇÕES, que são lugares digitais representando lugares reais, no seu bairro. E você pode se interessar por quantos bairros quiser, e não só: o PorAqui tem estações temáticas, como GASTRONOMIA, e estações temporais, como uma que fizemos recentemente e foi o maior sucesso, a do CARNAVAL de 2018 em Pernambuco. E vem SÃO JOÃO por aí!

A monetização do trabalho que fazemos no PorAqui passa pelos produtos e serviços que estão disponíveis para você nos lugares onde você mora, trabalha e se diverte no seu lugar, no seu bairro, na sua cidade. Ou nos lugares onde, vez por outra, você passa férias. Como você deve saber, os anúncios desses produtos e serviços saíram de jornais, rádios e TVs, capturados, nos últimos 15 anos, por máquinas de busca e redes sociais universais, que são sistemas globais de informação, em que o local, e sua localidade, são relegados à irrelevância.

O resultado você já sabe: principalmente na última década, os meios através dos quais você se enxergava, que eram aqueles em que aparecia o contexto e as histórias do seu bairro, cidade, estado, país… Começaram a ter sérias dificuldades para sobreviver.

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Relevância

Mas, ao contrário do que alguns pensam, não foi porque o jornalismo acabou. Ou porque as histórias locais deixaram de ser interessantes e relevantes. Foi porque uma certa forma de contar histórias e fazer jornalismo, usando plataformas essencialmente analógicas, deixou de fazer sentido econômico. Porque sua matriz econômica foi transformada, se tornou digital, ao mesmo tempo em que os jornais, inclusive os locais, continuaram analógicos, quando muito digitalizados… Mas não digitais, sobre plataformas digitais de alta performance.

O PorAqui está trazendo os anúncios locais de volta no TemAqui, que é nossa plataforma de produtos e serviços locais associados às histórias que fazem sentido para o seu bairro. É como se os classificados, ou os anúncios das páginas amarelas, estivessem de volta, só que não: os formatos, os contextos, os conteúdos são intrinsecamente digitais, localizados, habilitados para permitir transações lá mesmo na plataforma.

Ao conectar o PorAqui com o TemAqui, nós habilitamos criadores de conteúdo, em comunidades, a criar contexto para comércio, e comércio que lhes interessa, de negócios locais, hiperlocais, que lhes servem no dia a dia. No seu lugar.

Quando você faz mais coisas perto de onde você mora, estuda, trabalha e se diverte, seu lugar fica mais vivo, suas redes de sustentação se tornam mais fortes, sua resiliência aumenta. E sua vida, lá, quase sempre fica melhor. PorAqui é parte de um movimento global de valorização do local, que inclui uma maior atenção ao consumo local, claro, mas é centrado na informação, cultura, comunicação e no conteúdo e contexto locais, do seu, do meu, do nosso lugar.

O lugar importa. É lá que estão as pessoas. As famílias. As escolas, os parques, praças, escolas, os teatros, as ruas – e os buracos, nas ruas -, nossos problemas e potenciais soluções. Ninguém mora em um não lugar… todos vivemos em algum lugar. Físico, por mais digital que seja o mundo ao nosso redor. O PorAqui é a rede dos nossos lugares, a nossa rede social de informação e conteúdo, de produtos e serviços hiperlocais.

Cada estação do PorAqui, cada bairro, é uma pequena rede social de alguns milhares de pessoas. Todas elas muito mais perto, umas das outras, do que nas mega redes sociais que tentam dominar o mundo e modelar todas as facetas do nosso comportamento individual. O PorAqui jamais será uma mega rede social global, a expor você para o mundo. As redes do PorAqui são pequenas, baseadas em confiança, na nossa participação nas atividades do nosso lugar especial.

Qualquer um pode, se quiser, escrever no PorAqui: não somos um jornal de jornalistas, no sentido corrente do termo, somos um rede social de histórias como as que se contava, há tempos, nos panfletos pregados nos postes, nos diários que escrevíamos para nós próprios. Venha escrever conosco, venha aumentar a liga, o contexto do seu bairro e região, contando as histórias que só você sabe, de um jeito que só você vê e sabe escrever.

Nós nunca iremos traficar a sua informação na rede e, quando o TemAqui começar a dar certo, parte da nossa receita, lá, será para remunerar você, que está criando tanto conteúdo legal por aqui. Se você não quiser ser remunerado, pode indicar pra gente que ação social de seu interesse, no seu bairro, deveria receber a sua parte, e nós cuidaremos da doação.

Se chegue! ?

PorAqui: uma rede de histórias hiperlocais, contadas por locais, para locais e passantes. Muito mais do que uma rede de jornais hiperlocais, queremos ser a malha de informação e comunicação que reconecta seu bairro e região. Nos próximos anos, vamos criar centenas de estações Brasil afora, começando por onde houver gente que já quer abrir e cuidar de uma.

Se chegue, seu bairro precisa de você: entre em contato conosco pelo WhatsApp (081) 98173-9108 ou por e-mail, em colabore@poraqui.news.