Jr. Black, nascido em Garanhuns, no Agreste de Pernambuco, logo cedo veio para Recife e foi no número 500 da Rua Baltazar Passos que viveu sua infância e boa parte de suas histórias. Hoje, o músico formado em Direito já gravou CD, participou de filmes, viajou mundo afora, apresentou programa de TV e empresta a voz para vários personagens de animações e publicidade.

De volta ao endereço de sua infância, cria o filho Francisco no mesmo lugar do seu tempo de menino. Desde moleque, Jr. Black fazia caras, bocas e sons sendo o responsável pelos áudios das brincadeiras no prédio ou na rua.

Amante dos bichos, a aposta era que seria biólogo ou veterinário, acabou estudando Direito e se lançando no mundo da música para sorte dos nossos ouvidos e orgulho dos vizinhos.

Quem diria que o menino que cantava Faroeste Cabloco na portaria iria um dia ser gravado pelo Dado Villa-Lobos? Jr. Black é a prova dos sonhos de infância que se realizam, quando cada um levava cassetes e vinis para rodas de música.

Aliás, o apelido vem do fato de levar vinis de Tim Maia e Sandra de Sá e ser conhecido como Júnior do Marjolet que tocava música black. Sua carreira teve início em 2001 como vocalista da banda Negroove, fez parcerias com China, Mombojó, DJ Dolores, Bande Dessinée, Banda Purassal, em que interpreta Stevie Wonder, entre outros.

Diverso, Jr. Black também pode ser lido em breve no livro de crônicas A Maior Cidade Pequena do Mundo em Linha Reta, organizado por Gil Luiz Mendes. Se quiser contribuir com o livro de crônicas que tem mais gente de Setúbal fazendo parte é só acessar o Catarse.

Para ouvir esse setubalense, ouça RGB e aguarde o CD Vende-se, que em breve estará à venda. Para um autógrafo, é só andar pelas ruas de Setúbal.