Uma ligação, vinda do Recife, despertou a curiosidade do escritor Ignácio Loyola Brandão. Era um convite – como tantos que Ignácio recebe para escrever por encomenda – para contar a história de 100 anos do grupo Cornélio Brennand. 

Como já tinha ouvido falar da família, o autor do clássico Zero aceitou estudar a proposta. Logo recebeu um vasto material de pesquisa feito por Teresinha Melo. No entanto, foi só quando veio ao Recife para conhecer Cornélio e a família que o escritor bateu o martelo: no sobrado da Várzea do Capibaribe conheceu cada um deles servido com comidas típicas e uma de suas grandes paixões, o suco de pitanga.

Escrito por Ignácio, o livro Grupo Cornélio Brennand: Os primeiros 100 anos repassa a trajetória, em uma edição rica de imagens, do grupo fundado em 1917 por Ricardo Lacerda de Almeida Brennand. É uma narrativa antes de tudo empresarial, que destaca as grandes transformações que a família passou, de empreendimento do açúcar, às olarias, porcelanas, azulejos, vidros, siderurgia, cimento e energia elétrica.

Foto: André Brandão/Divulgação

“Eu só quis ler o material e os depoimentos do acervo depois de conhecer as pessoas – não queria ter uma ideia pronta delas. Queria saber como cada um é fisicamente, como fala, como são seus gestos. São personagens que eu não preciso inventar, que estão já prontos, então me cabe reproduzir fielmente o que aconteceu”, conta Ignácio. 

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